24h | Crack in Brazil

A drug user consumes crack in the old center of Salvador da Bahia March 19, 2012. REUTERS / Lunae Parracho

A drug user consumes crack in the old center of Salvador da Bahia March 19, 2012. REUTERS / Lunae Parracho

Reuters photographers recently spent 24 hours in seven Brazilian cities chronicling their “cracklands”, as the neighborhoods have come to be known. They went from the decrepit center of Sao Paulo, South America’s biggest city, to the waterfront slums of Rio de Janeiro. From the Amazonian capital of Manaus, to the colonial tourist hub of Salvador.

In each, swarms of crack users have converted entire swaths of central neighborhoods into nocturnal encampments doubling as open-air crack marketplaces.

The images reflect what sociologists, health experts and law enforcement officials say is a rapidly growing problem that puts Brazil squarely in the center of the international drug trade.  Read the full report

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Diversos fotógrafos da agência Reuters em todo o Brasil passaram as 24 horas do dia 19 de março em sete cidades do País contando a história das suas cracolândias, como os bairros dominados por viciados na droga passaram a ser conhecidos. O resultado desse registro fotográfico foi divulgado hoje pela agência.

Os repórteres começaram a jornada no decrépito centro de São Paulo, passando para as favelas do Rio de Janeiro. Da capital amazônica Manaus para o polo colonial turístico de Salvador. Em cada uma destas cidades, encontraram enxames de usuários de crack que têm convertido bairros inteiros em acampamentos noturnos, abrindo verdadeiros mercados de crack ao livre.

As imagens refletem o que sociólogos, especialistas em saúde e autoridades policiais dizem: é um problema que cresce rapidamente e coloca o Brasil no centro do comércio internacional de drogas. O País tornou-se rota crucial para o tráfico de entorpecentes, desde seus países de origem, nos Andes, até a Europa e outros destinos. (Fotógrafos registram as cracolândias do Brasil)

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